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[Crime no Museu]
   
 

Crime no Museu

Até 2 de Outubro, o Pavilhão do Conhecimento-Ciência Viva vai estar vedado com faixas amarelas e pretas como cenário do crime que vitimou o director do Museu de Ciências Naturais belga. A entrada na nova exposição interactiva CRIME no MUSEU só está autorizada a visitantes astutos, que aceitem integrar a equipa de cientistas forenses responsáveis pela investigação.

Será que uma análise laboratorial de ADN é sempre fiável? A posição do corpo da vítima é determinante para saber como foi assassinada? O que podem dizer uma beata com restos de saliva, as marcas de um projéctil ou as larvas encontradas num cadáver sobre as circunstâncias do crime? As fibras de uma camisola ou pedaços de um bolo com marcas de dentes serão suficientes para mandar alguém para a prisão? É preciso juntar as pistas e fazer uso da ciência para descobrir o autor deste CRIME no MUSEU.

A investigação passa por oito laboratórios: Vestígios Biológicos e ADN, Balística, Entomologia Forense, Pegadas, Fibras e Microfibras, Impressões Digitais, Medicina Legal e Odontologia Legal. Em cada um deles os cientistas forenses terão de analisar cabelos, sangue, fibras, larvas, pegadas, impressões digitais. Há pistas válidas e outras que só servirão para baralhar o curso da investigação. Uma coisa é certa: a culpa nem sempre é do mordomo.

A exposição CRIME no MUSEU contém legendas em braille e desenhos em relevo para visitantes cegos e com baixa visão e as actividades programadas são acessíveis a este público.

Esperamos a sua visita. Boa investigação!

Fotos da Exposição

Crime no Museu na Imprensa

 
Parque das Nações, Alameda dos Oceanos, Lote 2.10.01, 1990-223 Lisboa, Portugal
Reservas: +351 21 891 71 04 / Tel Geral: +351 21 891 71 00 / Fax: +351 21 891 71 71